
Escrita em 1842, é considerada a obra prima da literatura russa,
É a história de um pobre funcionário público que, a grandes custos, consegue comprar um novo capote e é roubado no mesmo dia em que o inaugura. Segue-se então, uma via-crúcis pela burocracia russa. Ao invés do capote, ele consegue apenas uma grande bronca de um alto funcionário, interessado em impressionar um amigo. Isso, unido a uma gripe que o pega por estar sem capote, e, portanto, desprotegido do terrível frio de São Petersburgo, leva-o à morte.
Seu fantasma então, passa a puxar o capote de todas as pessoas que se aventuram a sair à noite.
É um conto que fala muito sobre os fatores sociais da Rússia do século XIX, satirizando todo aquele sistema.



